Alerta de nevasca severa coloca Hamburgo e outras cidades da Alemanha em estado de atenção

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Uma forte tempestade de inverno mantém Hamburgo e diversas regiões da Alemanha sob alerta meteorológico, com previsão de neve intensa, rajadas de vento e formação de gelo, elevando o risco de acidentes e provocando impactos significativos na mobilidade urbana e nos serviços de transporte.
No norte do país, especialmente em Hamburgo e áreas vizinhas, as autoridades meteorológicas alertam para acúmulo expressivo de neve, redução de visibilidade e condições perigosas para motoristas e pedestres. A combinação de neve contínua e ventos fortes pode formar bancos de neve nas vias, dificultando a circulação e o acesso a bairros periféricos.
Cenário se estende a outras regiões do país
Além de Hamburgo, cidades do norte e nordeste da Alemanha, como Kiel, Bremen e Rostock, também enfrentam condições severas. No centro do país, incluindo Berlim e Hanôver, há alertas para gelo persistente e precipitação congelante, com reflexos diretos no transporte ferroviário e rodoviário.
Corrida aos supermercados e rotina alterada
Em Hamburgo, o alerta de nevasca já provoca mudanças no cotidiano da população. Moradores relatam aumento significativo no movimento de supermercados, com pessoas estocando alimentos, água, medicamentos e itens essenciais, temendo um possível isolamento domiciliar nos próximos dias devido à dificuldade de deslocamento e eventuais interrupções nos serviços.
“Preferimos nos preparar e evitar sair de casa enquanto a tempestade durar”, relatou uma moradora do bairro de Altona, que encontrou prateleiras mais vazias de produtos básicos. Situação semelhante foi observada em outras áreas da cidade, onde o clima de cautela se intensificou diante da previsão de neve persistente.
Impactos no transporte e na rotina
Empresas de transporte público operam com planos de contingência, e atrasos ou cancelamentos de trens, ônibus e voos não estão descartados. Em algumas localidades, escolas e serviços públicos adotaram medidas preventivas para reduzir riscos à população sob a recomendação de evitar deslocamentos não essenciais.

Por: Rita Gusmão / Jorna Polo Brasil