Consciência que nos une
No Dia da Consciência Negra, a gente para um pouco e olha pra nós mesmos. Olha pro outro. E percebe que, no fundo, somos feitos do mesmo material sagrado: o mesmo sangue correndo quente, os mesmos olhos que brilham quando sonham, a mesma boca que fala, sorri e enfrenta o mundo. A dor que sentimos é igual, o sangue que derrama é igual.
E se tudo isso é igual… por que ainda insistem em nos separar?
Esse dia existe pra lembrar que igualdade não é um pedido — é um direito. É pra celebrar a história, a cultura e a resistência do povo negro, que construiu este país muito antes de receber reconhecimento.
Hoje é dia de reafirmar que cada vida negra tem valor, tem voz, tem potência. Que humanidade não se mede pela cor da pele, mas pela capacidade de amar, respeitar e transformar.
Porque, no fim das contas, somos todos parte do mesmo corpo chamado sociedade. E quando um de nós sofre, ninguém está inteiro. Quando um de nós se levanta, todos avançam juntos.


